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José Ramalho de Alagoas Grande não tocava pandeiro

JOSE RAMALHO JORNALISTA José Ramalho de Lima(1888-1963), em Alagoa Grande, era mais conhecido como advogado. No entanto ele também foi jornalista em Alagoa Grande, participando e colaborando em vários periódicos, entre os quais, O Monitor. O jornalista Hélio Zenaide, natural de Alagoa Grande, no livro de sua autoria História da Comarca de Alagoa Grande, ao falar sobre a imprensa em Alagoa Grande, afirmou que “ Em 1917 aparecia “ O Monitor”, com a direção de Jose Ramalho de Lima.” Mais tarde, em 1920, “ O Monitor” ressurgiu em 1920, tendo como diretor responsável o acadêmico Jose Ramalho de Lima. O historiador José Avelar Freire, natural de Alagoa Grande, no livro de sua autoria Alagoa Grande: Sua História, também confirma que “ Em 1917 apareceu o Monitor; com direção de José Ramalho de Lima,” Ainda segundo Hélio Zenaide, o jornalista Celso Mariz,1949, em palestra no Teatro Santa Ignez, afirmou que em Alagoa Grande no ano de 1917, apareceu o jornal O Monitor, sob a direção de Jos...

O navio fantasma holandês que fez história

Após a vitória do Império do Japão sobre os Aliados nas batalhas do Mar de Java e do Estreito de Sunda, em 1942, todos os navios aliados na região receberam ordens para recuar o mais rápido possível em direção à Austrália. Entre eles estava o pequeno caça-minas holandês HNLMS Abraham Crijnssen, que enfrentava um destino quase certo. Com pouco poder de fogo, não tinha chances contra navios de guerra ou aviões japoneses. Diante da situação desesperadora, sua tripulação elaborou um plano ousado: transformar o navio em uma ilha. Utilizando redes, galhos e folhagens, os marinheiros camuflaram a embarcação até que ela se assemelhasse a uma selva flutuante. Durante o dia, o navio permanecia ancorado próximo a ilhas de verdade, confundindo-se com o cenário. À noite, navegava lentamente pela costa, oculto pela escuridão. Por oito dias e noites tensos, os 45 tripulantes viveram entre a esperança e o medo, conscientes de que um único descuido poderia custar-lhes a vida. Contra todas as probabilid...

uma heroína brasileira pouco reconhecida

Heley de Abreu era professora, tinha 43 anos, três filhas e um casamento de mais de duas décadas. A vida já havia lhe imposto uma dor inimaginável: perder um filho de apenas quatro anos, afog4do em uma piscina. Como suportar tamanha perda? Ela suportou — e seguiu em frente, transformando sua dor em cuidado com as crianças que cruzavam seu caminho. Desde 2016, trabalhava no Centro Municipal Gente Inocente, em Janaúba, onde dedicava seus dias a ensinar, proteger e encantar. Na manhã de 2017, preparava pipocas e doces para o Dia das Crianças, mostrando aos pequenos a magia do cinema. Mas a celebração se transformou em trag3dia quando o vigilante da escola ateou fogo ao local. Heley não hesitou: enfrentou o agr3ssor, lutou com coragem sobre-humana e impediu que o fogo consumisse ainda mais vidas. Sofreu queimaduras em 90% do corpo, mas salvou 25 crianças. Heley não resistiu, assim como dez alunos que também perderam a vida naquele dia sombrio. No cortejo, um ônibus escolar abriu caminho, ú...

esses são imprescindíveis

No dia 6 de dezembro de 1917, Halifax, na Nova Escócia, foi sacudida pela maior explosão provocada pelo homem antes da bomba atômica. Um navio cargueiro francês, o Mont-Blanc, carregado com explosivos, colidiu com outra embarcação no porto. Quando as chamas tomaram conta do navio, Vince Coleman, um despachante ferroviário que trabalhava ali perto, percebeu que um trem de passageiros estava prestes a entrar na zona da explosão. Ele poderia ter fugido. Mas, em vez disso, voltou correndo ao telégrafo e enviou sua última mensagem: “Segurem o trem. Navio de munições em chamas no porto a caminho do Pier 6 e prestes a explodir. Acho que esta será minha última mensagem. Adeus, rapazes.” Poucos segundos depois, o Mont-Blanc explodiu com a força de 2,9 quilotons de TNT, arrasando grande parte de Halifax, matando quase 2.000 pessoas e ferindo milhares. Vince Coleman morreu instantaneamente — mas sua mensagem chegou a tempo. O trem foi detido, e mais de 300 passageiros tiveram suas vidas salvas. O...

A diplomacia já havia combinado tudo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (23), durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU, que se reunirá na próxima semana com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir as sanções que os EUA têm imposto ao Brasil em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Trump disse que teve "uma química excelente" com Lula e que o presidente brasileiro "pareceu ser um cara muito agradável". "Eu estava entrando (no plenário da ONU), e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem", disse Trump. "Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Mas ele pareceu um homem muito legal. Ele gostou de mim, e eu gostei dele", disse Trump. A declaração contrasta com a relação tensa entre Estados Unidos e Brasil desde julho, quando Trump anunciou tarifas de 50% sobre produtos brasileiros em retaliação ao julga...

arqueologia ocidental

No ano de 1991, um casal de alemães que gostava de atividades ao ar livre, faz durante um passeio alpino na fronteira entre as atuais Áustria e Itália, uma das maiores descobertas arqueológicas da atualidade. Semi coberto pela neve jazia um corpo que em princípio se julgou ser atual pelo bom estado de conservação, mas as pesquisas forenses logo o dataram com cerca de 5.300 anos de idade. Foi-lhe dado o nome Ötzi.  Ao contrário do que muitos possam pensar Ötzi era perfeitamente equipado para viver ao ar livre nos Alpes. Trajava três tipos de agasalhos diferentes, suas botas eram especiais para caminhar na neve com solado de pelo de urso para dar aderência e feita de couro de veado para ficar impermeável e quente. Ötzi era um guerreiro e morreu em combate. Estava armado com um machado com lamina de cobre, uma faca de sílex extremamente cortante, uma aljava cheia de flechas e um arco longo que ultrapassava sua altura. Em seus artefatos e roupas foram encontrados vestígios de sangue de...

José Pereira no Cristo rei em Cajazeiras

FILMEI CAJAZEIRAS DO ALTO DO CRISTO REI  Cajazeirenses & Cajazeirados já subiram no morro do Cristo Rei, por décadas, munidos de filmadoras de diversas marcas e modelos ou mesmo com celulares, para registrar melhores momentos de emoção e prazer. Lá de cima, pode-se filmar a cidade lá em baixo e seus pontos turísticos, com as pessoas circulando por ruas, praças, avenidas, carros, motos, bicicletas e aviões pousando e decolando para o Recife, pela Empresa Aérea Azul, através do Aeroporto Pedro Moreira na saída para o Ceará. Antigamente, era o Aeroporto Antônio Tomaz (Antônio Pão Doce), localizado no bairro das Capoeiras, hoje, Bairro Vila Nova, na saída para São José de Piranhas (Jatobá).  Escolas, colégios, faculdades, hotéis, motel, rodoviárias, shopping, igrejas, corpo de bombeiros, estádios de futebol, ginásios esportivos, clubes sociais, concessionárias e agencias de automóveis, instituições bancárias, aeroportos, hospitais, casas, prédios residenciais e públicos. Uma i...