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Mostrando postagens de junho, 2026

cangaceiro bom é cangaceiro morto

O cangaceiro Antônio Silvino em sua passagem pelas terras de Missão Velha  Como citou o escritor Abelardo Parreira no seu livro "Sertanejos e Cangaceiros" publicado em 1934, o famoso cangaceiro pernambucano, Manuel Baptista de Moraes(Antônio Silvino), "o rifle de ouro', natural de Afogados de Ingazeira, aliás  um dos pioneiros do cangaceirismo nordestino, assim como Senhô Pereira; esteve na então vila de Goianinha atual distrito de Jamacaru, município de Missão Velha no Cariri cearense. Conforme Abelardo, em sua passagem por Goianinha, o cangaceiro raptou uma moça de nome Maria Carmina Leite, filha do casal de agricultores José Antônio de Maria e Carmina Maria da Conceição, nascida segundo ele, em 19 de setembro 1889. Após o rapto, o dito bandoleiro seguiu com os seus, pelos rumos da vila de Jardim levando a jovem para Afogados da Ingazeiras, terra natal do dito cangaceiro. O autor não dá maiores detalhes sobre o acontecimento, nem tampouco quando o rapto realm...

PT saudações

》Durante um assalto em Nova York, o ladrão gritou para os funcionários do banco: Não se mexam! O dinheiro pertence ao governo e a vida de vocês pertence a vocês. Então, todos, deitem-se em silêncio. "Isso se chama persuasão instantânea." Quando os ladrões terminaram de roubar, o ladrão mais jovem, formado na faculdade, disse ao ladrão mais velho, formado no ensino fundamental: "Chefe, vamos contar quanto dinheiro roubamos." O líder deles, o ladrão mais velho, ficou chateado e disse a ele: "Você é burro?" É muito dinheiro, e levaria muito tempo para contar. Descobriremos quanto roubamos hoje à noite pelos noticiários! "Isso se chama experiência." Depois que os ladrões saíram do banco, o gerente do banco disse ao gerente da agência: "Chame a polícia, rápido." Mas o gerente da agência disse a ele: "Espere, vamos pegar US$ 10 milhões e ficar com eles, mais os US$ 70 milhões que desviamos antes." "Isso se chama seguir a corren...

Aurélio disse

Aurélio de Lyra Tavares foi uma das figuras mais influentes do Brasil durante o período do regime militar. Nascido em 7 de novembro de 1905, na cidade de João Pessoa, na Paraíba, construiu uma longa carreira no Exército Brasileiro, destacando-se pela disciplina, formação intelectual e atuação em importantes cargos militares e diplomáticos. Formado pela Escola Militar do Realengo, Lyra Tavares ascendeu gradualmente na hierarquia das Forças Armadas, ocupando funções estratégicas ao longo de sua trajetória. Durante as décadas de 1950 e 1960, período marcado por intensas transformações políticas no Brasil, consolidou sua posição entre os oficiais de maior prestígio do Exército. Após o movimento de 1964, que resultou na deposição do presidente João Goulart e deu início ao regime militar, Lyra Tavares assumiu funções de grande relevância no governo. Entre 1967 e 1969, foi Ministro do Exército durante a presidência de Artur da Costa e Silva. Nesse período, participou diretamente das decisões ...

uma história de amor canadense

Uma jovem de 21 anos, sem dinheiro e sem teto, assinou os papéis para entregar o seu bebê recém-nascido. 32 anos depois, recebeu uma ligação que mudou tudo. Milhões de pessoas tinham ouvido a história sem saber. Em fevereiro de 1965, uma garota chamada Roberta Joan Anderson deu à luz uma menina em uma sala de caridade de um hospital de Toronto. Ela chamou-lhe Kelly Dale. Tinha 21 anos, era extremamente pobre e completamente sozinha. O pai da bebê tinha ido para a Califórnia quando soube da gravidez. Eu não queria ser pai. Roberta Joan ainda não era Joni Mitchell. Era apenas uma garota tentando sobreviver. Uma estudante de arte sem renda, sem família por perto, sem rede de apoio numa sociedade que tratava mães solteiras com vergonha e julgamento. Ele tentou agarrar-se a essa bebê com tudo o que tinha durante seis meses. Mas pobreza e desespero são pesados demais para carregar sozinha. Quando Kelly Dale tinha seis meses, Joni tomou a decisão mais difícil da sua vida. Assinou os papéis da...

Cleide

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RUSSO EM MOSCOU

Em meados do século XIX, uma viúva da Sibéria vendeu praticamente tudo o que possuía para dar ao filho uma oportunidade que ele jamais teria em sua cidade natal. Ela não era cientista. Não era professora. Nem fazia ideia de que, um dia, o nome daquele garoto estaria presente em todas as salas de aula do mundo. Seu nome era Maria Dmitrievna Mendeleeva. O filho chamava-se Dmitri Mendeleev. Dmitri nasceu em 1834, na cidade de Tobolsk, no coração da Sibéria. Era o caçula de uma família numerosa, com pelo menos quatorze filhos. A vida nunca foi fácil, mas tornou-se ainda mais difícil quando seu pai perdeu a visão e morreu pouco tempo depois. De repente, toda a responsabilidade da família caiu sobre Maria. Determinada a manter os filhos alimentados e estudando, ela assumiu a administração de uma fábrica de vidro pertencente à família. Durante anos trabalhou para sustentar a casa e garantir que Dmitri continuasse frequentando a escola. Mas então veio outro golpe. A fábrica incendiou-se e foi ...