Postagens

esquerda

Você sabia? Emílio Garrastazu Médici construiu uma das trajetórias mais condecoradas da história do Exército Brasileiro, acumulando honrarias que atestam sua ascensão do posto de segundo-tenente, em 1927, até o topo da hierarquia militar como General de Exército. Ao longo de sua carreira nas Forças Armadas, ele recebeu dezenas de distinções oficiais, destacando-se não apenas por medalhas de tempo de serviço, mas por ordens de mérito que reconheciam sua competência técnica e liderança em unidades estratégicas, como a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e o Comando do III Exército. Na contagem oficial de suas principais distinções militares e ordens honoríficas, Médici ostentava mais de 20 condecorações de alto prestígio. Entre os nomes das medalhas e ordens que marcaram sua farda, destacam-se a Ordem do Mérito Militar (no grau de Grã-Cruz), a Ordem do Mérito Naval, a Ordem do Mérito Aeronáutico, a Ordem do Mérito Judiciário Militar e a Medalha Militar de Ouro com Passador de Plat...

coragem e decisão

Na noite de 3 de outubro de 1941, duas irmãs abriram silenciosamente a janela do quarto e tomaram uma decisão que mudaria para sempre suas vidas. Mary Henderson tinha 12 anos. Betty, apenas nove. Entre as duas, levavam um pequeno saco com algumas roupas e uma fotografia da mãe. E nada mais. Três semanas antes, a mãe delas havia morrido de pneumonia. Depois da morte, o irmão dela, Carl, levou as meninas para sua casa. Disse que o pai estava “viajando” e que não podiam escrever para ele. Em seguida, afirmou algo que as deixou em choque: que o próprio pai não as queria mais. Mas Mary e Betty sabiam que isso não fazia sentido. O pai trabalhava em uma mina de carvão em outro condado, enviava dinheiro regularmente e sempre cuidou delas. Havia algo errado. Enquanto isso, viver com o tio se tornou um pesadelo. Ele as castigava por qualquer motivo, batia nelas e, quando saía para trabalhar, trancava ambas em um armário escuro por horas, sem água nem comida. Ameaçava-as para que nunca contassem ...

Ceilândia

Ceilândia foi criada para resolver um problema que não era dela. Em 1971, o governo do DF precisava limpar o campo de visão entre o Palácio do Planalto e o sítio do Riacho Fundo, e havia barracos no meio do caminho. A solução foi embarcar 80 mil pessoas em caminhões e desembocá-las a 30 quilômetros do Plano Piloto, num terreno sem água, sem escola, sem asfalto, sem nome. O próprio nome veio daí: CEI, Campanha de Erradicação de Invasões. A Ceilândia não nasceu como cidade. Nasceu como erradicação batizada de endereço. Cinquenta e cinco anos depois, a cidade continua sendo tratada como um problema a administrar, não como um lugar a desenvolver. A maior cidade do DF carece de infraestrutura básica em bairros inteiros. O centro acumula abandono visível: entulho, comércio desassistido, ruas que inundam a cada chuva com a regularidade de quem nunca foi consertado. A insegurança transformou calçadas movimentadas em corredores de risco, com quase 1.850 pedestres assaltados num único ano ao cam...

o comunismo mata

Para nunca esquecer do que o homem é capaz... Do site. Setembro de 1941, nos arredores de Kiev. Em apenas dois dias, um dos massacres mais rápidos e brutais do Holocausto aconteceu na ravina de Babi Yar. Após a ocupação nazi da cidade, os judeus foram ordenados a apresentar-se com documentos e malas. Muitos acreditaram que estavam sendo transferidos. Mas era uma armadilha. Entre 29 e 30 de setembro, quase 34.000 homens, mulheres e crianças foram levados para a beira de uma ravina. Lá, os Einsatzgruppen (unidades móveis de extermínio), com a ajuda de colaboradores locais, obrigaram-nos a despir-se. Família após família foi fuzilada. Os corpos caíram um após o outro, em camadas, no fundo da ravina. Não havia câmaras de gás. Nem campos de concentração. Apenas armas, munições e silêncio. Babi Yar não foi um caso isolado. Fez parte da "Shoah a Tiros": a fase inicial do extermínio nazi na Europa Oriental, antes da utilização sistemática dos campos de concentração. Nos meses e anos ...

Ditadura cruel

*A VERDADE APARECENDO NA VENEZUELA COMUNISTA DE CHAVES*( Leia e veja como o COMUNISMO AGE ). O Retorno do "Morto": Enessto Lattori e o Luto de 27 Anos Sob as Sombras da Ditadura! A história oficial dizia que ele estava morto. Em 1999, o nome de Enessto Lattori, então o homem mais rico da Venezuela, foi estampado nas manchetes como vítima de um massacre brutal. O relato da época era aterrorizante: sua mansão invadida, família e funcionários executados, e um corpo em decomposição — supostamente o seu — encontrado à deriva no mar. Hoje, quase três décadas depois, a verdade emergiu das masmorras. Com a recente libertação de prisioneiros políticos, um homem de 86 anos, curvado pelo tempo e debilitado pelo cárcere, cruzou os portões da prisão. Não era um fantasma, mas o próprio Lattori. O Preço de Dizer "Não" Em um depoimento que chocou a imprensa internacional, Enessto revelou que sua "morte" foi uma encenação meticulosa do regime bolivariano para apagar sua ex...

George soros o pai de todos os crimes

GEORGE SOROS ESTÁ EM PRISÃO DOMICILIAR. SEU FILHO ACABOU DE FUGIR PARA DUBAI. 6 de março de 2026. 5h da manhã. Enquanto os Estados Unidos dormiam, agentes federais cercaram a propriedade de Soros em Katonah, Nova York. 47 agentes. 12 veículos blindados. Um helicóptero sobrevoando o local. George Soros — o homem que financiou todos os tumultos, todos os promotores, todas as iniciativas de fronteiras abertas nos Estados Unidos por 30 anos — agora está confinado em sua propriedade sob vigilância federal. Sem algemas. Sem ser apresentado como prisioneiro. Ainda não. Mas seu filho, Alexander Soros, não estava lá. Ele embarcou em um jato particular no Aeroporto de Teterboro às 3h22 da manhã — destino: Dubai. Os Emirados Árabes Unidos não têm tratado de extradição com os Estados Unidos. Ele sabia o que estava por vir. Seu pai, não. A ORDEM EXECUTIVA QUE ELES ESCONDERAM DE VOCÊ Em 14 de fevereiro de 2026, Trump assinou a Ordem Executiva 14291. Sem coletiva de imprensa. Sem anúncio. Enterrada n...

Celinda tenha calma

A vice-governadora Celina Leão (PP) ficou em maus lençóis quando veio a público que havia movido uma ação por danos morais contra jovens do Movimento Kizomba — estudantes e trabalhadores das periferias do DF que, num protesto, ergueram cartazes cobrando explicações sobre o escândalo do BRB. A notícia circulou, gerou reação, e o gabinete sentiu o peso político do que havia feito. A resposta foi uma nota da assessoria. E a nota mentiu. O comunicado tentou reduzir o processo a uma questão de "afixação de cartazes em equipamentos públicos", versão mais palatável, que transforma uma ação de intimidação política numa simples disputa administrativa. O problema é que os autos dizem o contrário. A petição inicial, assinada pela própria advogada de Celina, é explícita: o objeto da ação é a suposta "imputação direta de conduta criminosa" e uma alegada "campanha estruturada de deslegitimação pessoal e política". No item dedicado ao pedido, requer-se condenação por dan...