noites de jenipapo

MOTEL SOL PONTE DE CAJAZEIRAS (PB), localizado a beira da BR 393, no sentido para São João do Rio do Peixe (PB), próximo a Faculdade São Francisco da Paraíba, (FASP).  

HISTÓRIAS DE MOTEL: Amores e desprazeres, contadas por pessoas DE CAMPO GRANDE (MS).

Os motéis fazem parte dos namorados, maridos e esposas e também dos infiéis. Para alguns é apenas uma noite e nada mais, já para outros, três horas de motel são poucas. Uma das datas mais movimentadas nesses lugares é o Dia dos Namorados, comemorado dia 12 de junho. Quando falamos a palavra “Motel”, logo associamos a sexo e momentos de prazer com uma pessoa especial. No entanto, nem sempre é isso que acontece. Apesar de atualmente os motéis serem conhecidos como um lugar para encontros amorosos de rápida duração, ou a famosa “rapidinha”.

“Late coração, cachorro late coração! Auuuu”. "Foi lá pelos idos de 99, fui com minha namorada ao motel pela primeira vez. A gente não tinha carteira de motorista, muito menos dinheiro para o táxi, então fomos a pé. Era para ser nossa noite de luxúria, com champanhe e tudo mais. O problema é que tinha um casal no quarto ao lado que gemia muito, muito mesmo. Estava atrapalhando a gente, mas dava para continuar. Até que o cara começou a rosnar como um cachorro e de repente começou a latir e latiu por um bom tempo. Com isso, a gente broxou de vez. Ficamos esperando os dois dormirem para poder começar a nossa festinha. Foi bizarro". R.M., 33.

“Entre tapas e beijos, é ódio, é desejo!”. "Eu e meu namorado ainda éramos ficantes, devia ser a segunda vez que íamos ao motel, quando a camisinha ficou presa lá dentro. E o constrangimento? Me tranquei no banheiro tentando tirar e nada. Abrimos um lubrificante superfaturado para ver se ajudava, nada. Deitei com as pernas abertas e ele tentou, nada. Foi quando falei: 'vamos ter que ir ao hospital'. Para piorar, na espera eu contei que tinha dito para a recepcionista que éramos namorados, para evitar mais constrangimento, e ele me responde: 'peraí, você está indo rápido demais'. Eu desatei a chorar e dei um sermão nele. No consultório, a médica tirou a camisinha e me mostrou: 'você está menstruada?'. Não, a camisinha era de morango mesmo", V.G., 30.

“Bonito, que bonito, hein?! Será que eu estou atrapalhando o casalzinho aí?”. “Eu e meu namorado sempre escolhemos motéis bem discretos, daqueles que o atendente nem faz contato visual com a gente. Uma vez fomos aproveitar em um motel de luxo da cidade, era no começo ainda, escolhemos uma suíte com hidromassagem e com tudo temático, mas eu acabei esquecendo de fechar a porta direito. De repente, na hora do rala e rola, a camareira do motel entrou no quarto abrindo a porta com tudo e nos pegou no flagra. Foi um dos momentos mais constrangedores que já vivi! Ela disse que achava que o quarto estava vazio, porque a porta estava entreaberta, depois pediu desculpas e nem conseguia olhar no nosso rosto! Eu desculpei ela, mas não consigo me desculpar só de lembrar da situação! hahaha”, V.G., 27.

Fonte: Gabriel Neri, Mariana Lima e Rafael Pereira do Jornal A Crítica de Campo Grande (MS)

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