José Pereira mostra seu talento

GRÊMIO ARTÍSTICO CAJAZEIRENSE, na Rua Padre José Tomaz, esquina com a Rua Pedro Américo, em frente à Praça do Espinho. Nos fundos do Grêmio, anos sessenta, funcionou a Escola Pedro Américo, localizada na Justino Bezerra, esquina com a Rua Pedro Américo. O Grêmio Artístico Cajazeirense, foi fundado em 05 julho de 1925.

Os ideais trabalhistas, debatidos e discutidos nos encontros que aconteciam nas dependências do Grêmio, visavam organizar os trabalhadores em suas diversas categorias, discriminadas nas funções de alfaiates, carpinteiros, mestres de obras, guarda-livros, entre outras, com o intuito de reivindicar melhorias, como o fechamento do comércio aos domingos. Essas ações, eram regularmente concatenadas em conjunto com a Associação dos Trabalhadores do Comércio. 

O Grêmio Artístico, era uma entidade que agregava artesãos, artistas e similares, fundada por Mestre Enéas, um alfaiate a frente do seu tempo, dotado dos ideais socialistas. Ainda com relação ao Grêmio Artístico, Silvia Filho (1999), expõe que umas das principais preocupações do sodalício era preservar o bem-estar das famílias dos trabalhadores, fornecendo educação ao trabalhador e sua família, bem como, a tomada de medidas assistências de ajuda financeira no caso de doenças.

Em 1974, na sede do Grêmio Artístico Cajazeirense, foi fundada por um grupo de Empresários de Cajazeiras, a CDL – Clube dos Dirigentes Lojistas, que sentiram a necessidade de fundar um clube de vital importância no âmbito comercial, desenvolvendo assim o sistema de crédito dos seus associados. Assim surgia a CDL, na época chamada de Clube de Diretores Lojistas. A Entidade teve como sócios fundadores os comerciantes, Mozart de Souza Assis, José Cavalcanti da Silva, Geraldo Pinheiro Brandão, Dr. Aldo Matos de Sá, Gonçalo Pinheiro Torres, José Nello (ZERINHO) Rodrigues, José Antônio da Silva (Zé Capitão), Waldemar Matias Rolim, José Moreira Sobrinho, Francisco de Assis Rolim e Henrique Nogueira Neto. Esses mesmos empresários conseguiram fundar mais duas CDL’S na Paraíba, a CDL de Sousa e a de Catolé do Rocha. Mas, após alguns anos de funcionamento, ficou inativa e só em 1994 foi reativada novamente. (Fonte: Cajazeiras de Amor de Cleudimar Ferreira)

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